Eu passei catorze anos recebendo salário e achando que o problema era o tamanho dele.

Não era.

Eu ganhava, gastava, e no fim do mês não sobrava nada. No mês seguinte, de novo. Achei durante anos que a saída era ganhar mais. Ganhei mais, e continuou não sobrando.

O problema não era quanto entrava. Era eu não saber para onde ia.

Se isso se parece com a sua casa, a gente pode conversar. A primeira conversa é de graça e não tem venda nenhuma no fim.

Uma conversa de uma hora, por vídeo. Eu entendo onde você está e te digo qual é o próximo passo — mesmo que o próximo passo não seja comigo.

Luiz Martins, educador financeiro

O ciclo que prende, e por que ele não faz barulho

Existe um ciclo que quase todo mundo que recebe salário está dentro, e quase ninguém enxerga.

Eu chamo de Ciclo GG: Ganhar e Gastar.

Você trabalha o mês inteiro. O dinheiro entra. Ele paga o que está atrasado, cobre o que apareceu, e some. Aí você espera o próximo. E o mês seguinte é igual.

Não é falta de esforço. Quem está nesse ciclo geralmente é quem mais trabalha.

É uma prisão invisível porque não tem grade. Ninguém acorda um dia e percebe que entrou. Você só nota quando faz a conta de quanto passou por suas mãos nos últimos dez anos — e vê que não ficou quase nada.

Como é do lado de dentro

  • Você recebe e o dinheiro já tem dono antes de chegar.
  • Você não sabe dizer, sem olhar, quanto gastou no mês passado.
  • Um pneu furado ou um dente quebrado vira dívida.
  • Você já tentou anotar tudo numa planilha. Durou duas semanas.
  • Se você é casal, os dois trabalham, e nenhum dos dois sabe direito o que o outro gasta.

O que existe do outro lado

Do outro lado tem outro ciclo. Eu chamo de GCM: Gerar, Cuidar e Multiplicar.

Gerar é o que você já faz — você trabalha. Cuidar é o que quase ninguém aprendeu: saber para onde vai cada real, tirar o que não precisa estar ali, montar reserva. Multiplicar vem depois, e só depois.

Nenhuma construção sólida começa pelo teto.

A passagem de um ciclo para o outro não é sorte, e não é ganhar mais. É método, e leva algumas semanas.

Eu não estudei isso na faculdade. Eu vivi do outro lado.

Luiz Martins

Eu nasci no sertão da Bahia. Trabalhei em carvoaria antes de ser adulto — sol quente, chinelo de dedo, o dia inteiro. Vim para São Paulo e trabalhei em construção civil, levantando parede.

Depois disso, catorze anos de carteira assinada.

Eu não venho de família que investia. Ninguém em casa me ensinou nada disso, porque ninguém em casa sabia. Eu aprendi depois dos trinta, errando com o meu próprio dinheiro, que era pouco e fazia falta.

Foi aí que eu entendi uma coisa que mudou o resto: os juros compostos não fazem barulho. Mas constroem fortunas silenciosamente. O tempo trabalha para quem começa, mesmo com pouco.

Hoje eu não trabalho mais de carteira assinada. E, graças a Deus, escrevi quatro livros contando como foi o caminho.

Eu digo isso por um motivo só: quando eu falo com você, eu não estou imaginando como é. Eu sei o que é abrir o aplicativo do banco com medo. Eu sei o que é fazer conta no fim do mês e dar errado. Eu estive aí, e não faz tanto tempo assim.

Dos calos nas mãos do sertão à colheita da independência financeira.

Não é um pacote. São passos, e você entra no que faz sentido para você agora.

Eu não tento vender a mesma solução para todo mundo. Primeiro eu entendo o momento da pessoa. Depois eu ofereço o próximo passo adequado.

Essa é a regra da casa, e é por isso que tudo começa por uma conversa e não por um preço.

A conversa inicial — de graça

Uma hora, por vídeo, eu e você. Se você é casal, os dois.

Eu escuto onde você está, faço perguntas que talvez ninguém tenha te feito, e no fim eu te digo o que eu faria no seu lugar.

Você sai dessa conversa sabendo qual é o seu próximo passo, tendo contratado algo ou não. Não tem proposta empurrada e não tem cobrança depois.

O curso de entrada

Os quatro livros de Luiz Martins numa estante
Os quatro livros do Luiz

Se você quer começar sozinho, por conta própria, tem um curso gravado meu.

É a base: como o dinheiro se comporta, por que o ciclo prende, e os primeiros movimentos.

É o degrau mais barato e o mais independente. Muita gente começa por aqui.

Mentoria de organização financeira — 4 semanas

Aqui a gente arruma a casa antes de qualquer outra coisa.

Eu levanto com você tudo que entra e tudo que sai — e eu te entrego isso pronto, você não faz sozinho. Depois a gente aplica o que eu chamo de cortar, substituir e reduzir: é onde o dinheiro reaparece no seu orçamento, sem você ganhar um real a mais.

No fim, você tem um plano escrito para os próximos doze meses. Na mão, com o seu nome.

São quatro semanas. É a terra sendo preparada. Nada do que vem depois funciona sem isso.

Mentoria de investimentos — 6 semanas

Este é o degrau seguinte, e ele é contratado à parte — de propósito.

Eu não coloco ninguém para investir antes de a casa estar em ordem. Já vi muita gente comprar ação com dívida no cartão, e isso não termina bem.

Aqui você aprende a olhar uma empresa e decidir sozinho. A pensar como sócio, não como quem aposta. A entender o que você está comprando e por quê.

O objetivo é você andar com as próprias pernas. Não é você depender das minhas dicas para sempre — é justamente o contrário disso.

A comunidade — inclusa

Essa é a parte que quase todo mundo no meu mercado deixa de fora, e é onde muita gente desanda.

A mentoria termina. Você fica com o seu plano na mão e com a melhor das intenções. Aí vem dezembro, vem um imprevisto, vem uma semana ruim — e não tem mais ninguém para você perguntar.

Por isso existe a comunidade.

Uma vez por mês, o grupo se encontra comigo. Uma hora. Quem está começando, quem já terminou, os casais. Cada um traz onde travou, e a gente destrava junto.

Não é aula nova. É acompanhamento. É a diferença entre plantar e voltar para regar.

Está incluso no que você já contratou, até fechar os doze meses. Você não paga nada a mais por isso.

Você sai com o seu plano escrito na mão.

Eu não vou prometer que você vai ficar rico. Quem promete isso está vendendo outra coisa, e as decisões do dia a dia continuam sendo suas.

O que eu prometo é o que depende de mim.

Ao fim dos nossos quatro encontros, você vai ter o seu plano financeiro escrito: o que entra, o que sai, o que dá para cortar, como sair da dívida e o que fazer nos próximos doze meses.

Se você não tiver, eu continuo com você, sem cobrar nada a mais, até ter.


E o que eu preciso de você

Um combinado só, e ele é justo dos dois lados.

Eu preciso que você apareça nos encontros e traga os seus números de verdade. Não consigo escrever o seu plano sem saber o que entra e o que sai da sua casa.

Se você precisar faltar, a gente remarca, sem problema. Se você sumir por um tempo, o relógio para e recomeça quando você voltar. A garantia continua de pé.

O que as pessoas me perguntam antes

“Eu tenho pouco dinheiro sobrando. Não é o contrário do que eu deveria fazer?”

É justamente quando sobra pouco que saber para onde vai cada real muda mais coisa. Quem tem muito consegue ser desorganizado sem sentir. Você e eu não.

“Eu tenho dívida. Você me aceita assim?”

Aceito, e é comum. Sair da dívida faz parte do plano — é uma das primeiras coisas que a gente resolve, não um pré-requisito para começar.

“Eu sou péssimo com números.”

A conta é minha. Eu levanto e eu te entrego pronto. O que eu preciso de você são os seus extratos, não habilidade com planilha.

“Vou ter que mostrar a minha bagunça para um estranho.”

Vai. E eu já vi a minha, que era pior. Não tem julgamento aqui, tem conta a ser feita.

“Já tentei planilha e larguei em duas semanas.”

Todo mundo larga. Planilha sozinha não muda comportamento — é por isso que a gente se encontra quatro vezes e não uma.

“Meu marido/minha esposa não vai colaborar.”

Traga ele. Traga ela. Metade de quem eu atendo é casal, e a conversa de dinheiro dentro de casa costuma ser o nó de verdade.

“Trabalho o dia inteiro, não tenho tempo.”

São quatro encontros. Eu atendo fora do horário comercial, porque eu passei catorze anos sem poder faltar no trabalho.

Vamos conversar uma hora, sem compromisso?

Você me conta como estão as coisas. Eu te digo o que eu faria no seu lugar.

Se fizer sentido a gente seguir junto, eu te explico como funciona. Se não fizer, você sai com uma direção mesmo assim — e isso já vale a hora.

Está pronto para dar esse passo?

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